martes, 15 de noviembre de 2011
Chevron en Brasil trabaja para contener derrame petrolero
14 de Noviembre de 2011
RÍO DE JANEIRO.- La estadounidense Chevron busca controlar un derrame de petróleo en el Campo Frade, 370 km al noreste de la costa de Rio de Janeiro, que comenzó la semana pasada y que será punto de una "rigurosa investigación" ordenada por el gobierno, informó la prensa el lunes.La petrolera dispuso de 17 navíos para controlar la mancha dejada por este derrame que podría ser equivalente a unos 400 o 600 barriles.Chevron informó en un comunicado que "colocó su equipo global de respuesta a emergencias ambientales en acción para dar soporte a la operación y continúa trabajando con los órganos gubernamentales y sus socios en la industria".Los 17 navíos "están trabajando ininterrumpidamente en el soporte de su operación, que incluye la utilización de boyas de contención, 'skimmers' y técnicas de recuperación", según el texto, citado por la prensa local.El Frade está próximo al campo de Roncador, operado por Petrobras y uno de los mayores productores del país.La presidenta Dilma Rousseff pidió una "rigurosa investigación de las causas del accidente así como de los responsables"."Independientemente del tamaño del derrame, el hecho tiene que ser rigurosamente investigado", señaló una nota del Palacio de Planalto.La Agencia Nacional de Petróleo (ANP) aún no confirmó el inicio de la investigación.
http://economia.terra.cl/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201111141915_AFP_80483558
lunes, 31 de octubre de 2011
Indígenas brasileños finalizan nueva protesta contra hidroeléctrica
28 de octubre de 2011, 07:46Brasilia, 28 oct (PL) Los locales de trabajo y vías de acceso a la hidroeléctrica Belo Monte, en construcción en el río Xingu, en el estado brasileño de Pará, amanecieron hoy despejados tras concluir una nueva protesta indígena contra esa obra.
Reportes de prensa procedentes del municipio de Altamira, en Pará, refieren que unos 600 indígenas despejaron los locales de trabajo de Belo Monte y la carretera Transamazónica, luego que le fuera mostrado a los manifestantes un fallo judicial que decretaba ilegal la protesta y los conminaba a deponerla de inmediato.
Aunque los líderes de diversas comunidades aborígenes de la zona acataron el mandato judicial bajo pena de ser multados, adelantaron que mantendrán sus acciones contra la edificación de la hidroeléctrica, al asegurar que esa obra destruirá su habitat y los obligará a abandonar los territorios ancestrales.
La manifestación comenzó en horas de la madrugada de este jueves y finalizó ya entrada la noche, cuando dos oficiales de justicia y el grupo táctico de la policía militar informaron a los dirigentes indígenas de la declaratoria de ilegalidad de la protesta.
El sitio web G1, el portal de noticias de la Globo, señala que Juma Xipaia, líder de una de las etnias de la región, aseveró que Belo Monte solo será terminada si ellos se cruzan de brazos y conminó a los miembros de otras comunidades aborígenes a luchar para impedir la obra.
"No vamos a pedir nada al gobierno, sino exigir lo que la Constitución nos garantiza. Nuestros antepasados lucharon para que estemos aquí", afirmó Xipaia, de acuerdo con ese medio informativo.
En respuesta a las preocupaciones de los indígenas, la empresa Norte Energía, concesionaria responsable de la hidroeléctrica, asegura en nota de prensa que desde su inicio, la obra es acompañada por el Instituto Brasileño de Medio Ambiente y de los Recursos Naturales Renovables, con el apoyo de la Fundación Nacional del Indio.
Agrega que la obra se ejecuta con la plena concordancia de la población local y de los indígenas de la región, a los cuales les garantiza sus derechos fundamentales, la preservación integral de sus tierras y la calidad de vida.
Una vez terminada, la hidroeléctrica Belo Monte será la tercera mayor del mundo, solo superada por la china Tres gargantes y la binacional (Brasil-Paraguay) de Itaipu.
El gobierno brasileño a considera esencial para satisfacer la demanda de energís y fundamental con vistas a garantizar el crecimiento económico del país.
http://www.prensa-latina.cu/
domingo, 30 de octubre de 2011
Primeiro dia de ocupação de Belo Monte é ignorado pelas TVs brasileiras
“(…) a imprensa brasileira cumpriu o seu papel, não por ideologia, perseguição, partidarismo, mas porque é uma obrigação do jornalismo fiscalizar o poder público, alertar a sociedade e defender a democracia.” |
É transcrevendo o comentário de Carlos Nascimento, âncora do Jornal do SBT de hoje, 27/10/2011, que começo este artigo para mostrar o quanto empenhado está, realmente, o jornalismo brasileiro, em mostrar os fatos e trazer a verdade aos cidadãos, informando-os sobre o que ocorre no país.
Sim, é verdade, o Brasil é o país da América Latina mais bem servido de bons jornalistas e onde, principalmente, a grande mídia não sofre influências nem de Governo nem da classe mais abastada. Aqui podemos bater no peito e dizer que somos bem informados e sabemos tudo na mais absoluta transparência. Piada né? Sim, uma grande e engraçada piada, caro leitor.
Hoje foi o primeiro dia da grande ocupação do canteiro de obras da Barragem de Belo Monte, em Altamira (PA) por povos indígenas, pescadores, ribeirinhos, pequenos agricultores e populares, todos direta ou indiretamente afetados pela construção da usina. São mais de 300 pessoas, de diversas idades, que estão neste exato momento acampadas entre as máquinas pesadas na imensa clareira aberta pela Norte Energia.
Mas você não viu isso em nenhum telejornal, ou viu? Não, realmente não viu. Uma ocupação desta magnitude, com interesses do Governo em jogo, não foi sequer nota de comentário em NENHUM TELEJORNAL no dia de hoje. Nem Globo, nem SBT, nem Record, nem Band, nem RedeTV!, nenhuma grande emissora se manifestou sobre o caso. Muito pelo contrário, deram um jeito de correr atrás de outras notícias menos importantes, mas que ganharam destaque na tela, como o que Romário pensa sobre a seleção feminina de futebol, o OccupyWallStreet e a revolta das charretes de NY. A Globo até resolveu falar sobre o Panamericano do México(assunto que estava evitando noticiar, já que os direitos de transmissão foram comprados pela Record com exclusividade). Tudo isso para não ter de tocar no assunto da ocupação de Belo Monte.
Já as novas mídias, os sites de notícias e versões online de alguns jornais (digo isso por ainda não saber se a notícia sairá na versão impressa também), estes correram atrás e noticiaram quase que em tempo real. Talvez pelo simples fato de não deixar de dar a notícia e perder a posição para os milhares de blogs de jornalistas amadores, cidadãos como eu e você, que cansaram de ver os fatos serem mascarados e terminam publicando quase tudo que acontece ao seu redor, gerando a verdadeira notícia.
No começo do artigo eu cito os jornalistas, mas agora vou me retratar. Na verdade não creio que um jornalista, que estudou duro para ter seu diploma e lutou para arrumar um emprego numa boa redação, não queria dar a notícia correta ou tenha algum interessa em, simplesmente, não dar a notícia. Não, não acredito nesta hipótese. Mas sei do que acontece acima deles. A censura na verdade parte dos donos dos veículos de comunicação e dos grandes editores, todos estes quem tem, em níveis diferentes, o rabo preso com o Governo ou algum interesse particular na notícia a ser censurada ou maquiada. Estes sim, os corruptíveis, são os verdadeiros culpados da omissão das grandes mídias em certos assuntos de interesse nacional e, em especial, neste caso da Usina de Belo Monte.
Realmente, a notícia da ocupação desestabilizaria completamente a posição firme do Governo em perseverar na construção da usina. Imagina só vocês, que confusão ia dar, se o povão soubesse o que realmente está acontecendo! Muita gente, sabendo o mínimo sobre este empreendimento, já é logo contra este absurdo, imagina então se a maior parcela da população tomasse conhecimento? Realmente seria uma tragédia para os planos de “desenvolvimento sustentável” do país.
É por isso, meus caros, que nem os processos na justiça sobre Belo Monte, nem os atos locais, em cada cidade, nem esta grande ocupação apareceram uma vez sequer na televisão, veículo de massas, formador de opinião. Nada disso será visto por um bom tempo ainda, e cabe a nós, pessoas comuns, mas temos a consciência do que está acontecendo no Para, espalhar a notícia, como está fazendo este artigo agora, como fazem dezenas de blogs, como fazem alguns vídeos amadores, etc.
Infelizmente a nossa mídia é uma mídia comprada, de uma verdade falida e com princípios que só servem para se ler no papel. Na prática, no Brasil, nada disso funciona como está escrito. Ética e transparência, aqui, passam longe.
Brasil: Dilma rechaza más presiones y sigue adelante con la represa en la Amazonía
No hay marcha atrás, afirmó el ministro de Minas y Energía de Brasil, Edison Lobao, luego que cientos de indios volvieron a protestar ayer en la capital del país contra la construcción de una inmensa represa en la Amazonía y entregaron al gobierno un documento de rechazo apoyado por 604.000 firmas.
Lobao reiteró que el gobierno cuenta con las garantías legales y ambientales para avanzar en el proyecto y que la población de la zona que se verá afectada por la represa de Belo Monte, en el corazón de la Amazonía, será indemnizada y reubicada. La hidroeléctrica recibió el pasado 25 de enero del Instituto Brasileño del Medio Ambiente y de los Recursos Naturales Renovables (Ibama) luz verde para iniciar las obras.
El polémico proyecto, al que se resisten indios, agricultores y grupos ecologistas, supone la construcción de una inmensa mole de concreto que será la tercera mayor hidroeléctrica del mundo, por detrás de la de Tres Gargantas (China) e Itaipú, que comparten Brasil y Paraguay.
Belo Monte utilizará agua del río Xingú y será instalada en el municipio rural de Altamira, en el estado amazónico de Pará, que tiene unos 110.000 habitantes.
Según el gobierno, costará u$s 10.600 millones, generará11.233 megavatios en las épocas de crecida del río y creará 18.700 empleos directos
Su construcción obligará a inundar un área equivalente a 506 kilómetros cuadrados y a desplazar de la zona a cerca de 50.000 indios y campesinos, según sostienen los movimientos sociales.
Su construcción obligará a inundar un área equivalente a 506 kilómetros cuadrados y a desplazar de la zona a cerca de 50.000 indios y campesinos, según sostienen los movimientos sociales.
El proyecto comenzó a gestarse en la década de 1970 y tras quedar estancado resurgió en el gobierno de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2011).
Su sucesora, Dilma Rousseff, lo asumió como uno de los principales proyectos para solucionar los problemas energéticos del país. El viernes pasado más de 40 millones de personas se quedaron sin energía eléctrica durante el apagón que afectó a ocho estados del nordeste.
Las fallas en la infraestructura son motivo de preocupación en el país ante el rápido crecimiento de su economía y por ende de la demanda de energía y la proximidad del Mundial de fútbol de 2014 y los Juegos Olímpicos de 2016, ambos con sede en Brasil.
Su sucesora, Dilma Rousseff, lo asumió como uno de los principales proyectos para solucionar los problemas energéticos del país. El viernes pasado más de 40 millones de personas se quedaron sin energía eléctrica durante el apagón que afectó a ocho estados del nordeste.
Las fallas en la infraestructura son motivo de preocupación en el país ante el rápido crecimiento de su economía y por ende de la demanda de energía y la proximidad del Mundial de fútbol de 2014 y los Juegos Olímpicos de 2016, ambos con sede en Brasil.
Las obras fueron licitadas en abril de 2010 en medio de pleitos judiciales entre grupos que se oponen y el gobierno, que finalmente realizó la subasta y adjudicó el proyecto a un consorcio encabezado por la Companhia Hidroelétrica do São Francisco.
La fiscalía de Pará ha denunciado que el proyecto cuya remoción de tierra comparan a la de la construcción del Canal de Panamá abre dudas sobre el respeto a la biodiversidad y la sobrevivencia de la población en un trecho de 100 km del río Xingú que será desviado, consigna la afencia AFP..
El gobierno insiste que invertirá en reducir el impacto ambiental y social y que las áreas indígenas no serán afectadas y que generará energía suficiente a la región, donde viven 25 millones de personas.
El gobierno insiste que invertirá en reducir el impacto ambiental y social y que las áreas indígenas no serán afectadas y que generará energía suficiente a la región, donde viven 25 millones de personas.
Belo Monte es una de las principales obras del ambicioso Plan de Aceleración del Crecimiento (PAC) y el gobierno espera concluirla en 2015.
http://www.hidrocarburosbolivia.com/iberoamerica-mainmenu-98/brasil-mainmenu-97/40172-brasil-dilma-rechaza-mas-presiones-y-sigue-adelante-con-la-represa-en-la-amazonia.html
No hay marcha atrás, afirmó el ministro de Minas y Energía de Brasil, Edison Lobao, luego que cientos de indios volvieron a protestar ayer en la capital del país contra la construcción de una inmensa represa en la Amazonía y entregaron al gobierno un documento de rechazo apoyado por 604.000 firmas.
Lobao reiteró que el gobierno cuenta con las garantías legales y ambientales para avanzar en el proyecto y que la población de la zona que se verá afectada por la represa de Belo Monte, en el corazón de la Amazonía, será indemnizada y reubicada. La hidroeléctrica recibió el pasado 25 de enero del Instituto Brasileño del Medio Ambiente y de los Recursos Naturales Renovables (Ibama) luz verde para iniciar las obras.
El polémico proyecto, al que se resisten indios, agricultores y grupos ecologistas, supone la construcción de una inmensa mole de concreto que será la tercera mayor hidroeléctrica del mundo, por detrás de la de Tres Gargantas (China) e Itaipú, que comparten Brasil y Paraguay.
Belo Monte utilizará agua del río Xingú y será instalada en el municipio rural de Altamira, en el estado amazónico de Pará, que tiene unos 110.000 habitantes.
Según el gobierno, costará u$s 10.600 millones, generará11.233 megavatios en las épocas de crecida del río y creará 18.700 empleos directos
Su construcción obligará a inundar un área equivalente a 506 kilómetros cuadrados y a desplazar de la zona a cerca de 50.000 indios y campesinos, según sostienen los movimientos sociales.
Su construcción obligará a inundar un área equivalente a 506 kilómetros cuadrados y a desplazar de la zona a cerca de 50.000 indios y campesinos, según sostienen los movimientos sociales.
El proyecto comenzó a gestarse en la década de 1970 y tras quedar estancado resurgió en el gobierno de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2011).
Su sucesora, Dilma Rousseff, lo asumió como uno de los principales proyectos para solucionar los problemas energéticos del país. El viernes pasado más de 40 millones de personas se quedaron sin energía eléctrica durante el apagón que afectó a ocho estados del nordeste.
Las fallas en la infraestructura son motivo de preocupación en el país ante el rápido crecimiento de su economía y por ende de la demanda de energía y la proximidad del Mundial de fútbol de 2014 y los Juegos Olímpicos de 2016, ambos con sede en Brasil.
Su sucesora, Dilma Rousseff, lo asumió como uno de los principales proyectos para solucionar los problemas energéticos del país. El viernes pasado más de 40 millones de personas se quedaron sin energía eléctrica durante el apagón que afectó a ocho estados del nordeste.
Las fallas en la infraestructura son motivo de preocupación en el país ante el rápido crecimiento de su economía y por ende de la demanda de energía y la proximidad del Mundial de fútbol de 2014 y los Juegos Olímpicos de 2016, ambos con sede en Brasil.
Las obras fueron licitadas en abril de 2010 en medio de pleitos judiciales entre grupos que se oponen y el gobierno, que finalmente realizó la subasta y adjudicó el proyecto a un consorcio encabezado por la Companhia Hidroelétrica do São Francisco.
La fiscalía de Pará ha denunciado que el proyecto cuya remoción de tierra comparan a la de la construcción del Canal de Panamá abre dudas sobre el respeto a la biodiversidad y la sobrevivencia de la población en un trecho de 100 km del río Xingú que será desviado, consigna la afencia AFP..
El gobierno insiste que invertirá en reducir el impacto ambiental y social y que las áreas indígenas no serán afectadas y que generará energía suficiente a la región, donde viven 25 millones de personas.
El gobierno insiste que invertirá en reducir el impacto ambiental y social y que las áreas indígenas no serán afectadas y que generará energía suficiente a la región, donde viven 25 millones de personas.
Belo Monte es una de las principales obras del ambicioso Plan de Aceleración del Crecimiento (PAC) y el gobierno espera concluirla en 2015.
jueves, 27 de octubre de 2011
Indígenas critican la "vergonzosa" actitud de Brasil sobre presa amazónica
(INT) AMBIENTE-NATURALEZA | > AREA: Ciencia y tecnología
26-10-2011
Washington, 26 oct (EFE).- Las ONG y los movimientos indígenas brasileños que se oponen a la construcción de la hidroeléctrica de Belo Monte calificaron hoy en la OEA la actuación del gobierno de "vergonzosa" y denunciaron la violación de los derechos humanos.
"Es una vergüenza la manera en la que nos ha tratado nuestro propio gobierno, con continuas mentiras y negándose al diálogo con las comunidades afectadas", afirmó Sheila Juruna, líder de los indígenas en la región de Pará, en el norte de Brasil.
Representantes de los indígenas habían acudido a Washington para sostener un encuentro con la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) de la OEA, al que finalmente el gobierno de Brasil decidió no acudir.
"Estoy horrorizada por ver cómo somos tratados en nuestra propia tierra sin tener siquiera el derecho de ser consultados en este horroroso proyecto", agregó Juruna en rueda de prensa en la sede del organismo hemisférico.
El complejo hidroeléctrico, que tendrá un coste de 10.600 millones de dólares y se levanta en el municipio de Altamira (Pará), inundará 516 kilómetros cuadrados de selva lo que obligará a abandonar sus tierras a unas 50.000 personas que habitan en los márgenes del río Xingú, afluente del Amazonas.
El gobierno de la presidenta brasileña Dilma Rousseff defiende, por su parte, el proyecto, al entender que será clave para la seguridad energética del país y el desarrollo de la región amazónica.
La abogada Andressa Caldas, directora de Justicia Global, aseguró que con esta decisión de "no dialogar" el gobierno "se dispara a sí mismo en el pie. ¿Cómo se le va a dar asiento en el Consejo de Seguridad si desautoriza a una institución de derechos humanos como la CIDH?".
Asimismo, Jacob Kopas, de la Asociación Interamericana de Defensa del Medio Ambiente (AIDA), subrayó que "la actitud de Brasilia es un golpe en la cara de la imagen que promueve de Brasil como líder regional y anfitrión de importantes eventos ambientales como la cumbre Río+20 del próximo año".
Los representantes indígenas y de las ONG se reunirán mañana con la CIDH para denunciar la actitud del gobierno brasileño y reiterar sus oposición al proyecto por los daños irreparables que causará al ecosistema y a las condiciones de vida de indígenas y campesinos.
La construcción de Belo Monte ha originado un fuerte enfrentamiento entre la OEA y Brasil después de que la CIDH emitiese un dictamen en el que pedía suspender las obras de la polémica represa, cuya construcción comenzó el pasado mes de marzo.
Brasil, en respuesta a esa decisión, retiró en abril la candidatura de Paulo Vannuchi para integrar la CIDH, y explicó que los poderes ejecutivo y legislativo del país son los responsables de fiscalizar las obras de Belo Monte. EFE
http://www.abc.es/agencias/ noticia.asp?noticia=977317
http://www.youtube.com/watch?http://www.abc.es/agencias/
Aplazan de nuevo el juicio contra polémica represa en la Amazonía brasileña
Por Agencia EFE
Brasilia, 26 oct (EFE).- Un tribunal brasileño decidió hoy aplazar por segunda vez el juicio contra la polémica represa de Belo Monte, en el que los indios piden la paralización de la obras en la selva amazónica, informaron fuentes oficiales.
El juicio fue aplazado sin fecha a petición de la magistrada María do Carmo Cardoso, después de que un juez se manifestara hoy en contra de la causa de los indios, que reclaman que el Gobierno no les consultó debidamente sobre la construcción antes de dar el visto bueno a la obra, tal y como determina la Constitución.
El primer día de votaciones, el lunes de la semana pasada, la jueza instructora, Selene María de Almeida, se pronunció a favor de los indios.
La jueza argumentó que, aunque no inunde tierras indígenas, la represa afectará a estos pueblos "de forma irreversible" por condicionar la navegación, causar deforestación y degradar el medio ambiente.
La polémica central hidroeléctrica se comenzó a construir el pasado marzo en el río Xingú, afluente del Amazonas, en el municipio de Altamira (Pará), a un coste de 10.600 millones de dólares.
La obra también es objeto de un proceso en la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) de la OEA, que determinó su suspensión inmediata por los daños irreparables en la región amazónica, donde inundará 516 kilómetros de selva y desplazará a 50.000 vecinos.
La CIDH tenía previsto realizar hoy una reunión de trabajo sobre el tema, a la que el Gobierno brasileño no ha enviado ningún representante.
Las autoridades brasileñas rechazan que la central vaya a generar daños irreparables al medio ambiente y sostienen que no se va a inundar ningún territorio indígena.
El Gobierno defiende que la central hidroeléctrica, que generará un máximo de 11.233 megavatios de potencia, es esencial para el desarrollo económico del país y de la región amazónica en especial.
lunes, 17 de octubre de 2011
DEBATE INDÍGENA: ASSISTA VÍDEORREPORTAGEM DE CARLOSCARLOS
Publicado em segunda-feira, 17, outubro, 2011 16:15:19 por União - Campo, Cidade e Floresta
do blog Bola e Arte
Na última quinta-feira fiz uma vídeorreportagem pela TVT, com indígenas de diferentes tribos do Brasil. Foi num debate organizado pelo Tribunal Popular e pela APROPUC – Associação dos professores da PUC-SP, com o seguinte tema: “Diante a demora do Estado de fazer demarcação, o jeito indígena de reconquistar suas terras”.
Esse foi mais um ato por parte das tribos indígenas em prol de lutar por direitos que nunca foram respeitados como deveriam no Brasil, é triste ouvir as histórias do capital oprimindo povos e culturas. Mas por outro lado é importantíssima essa organização por parte dos povos indígenas, e mesmo com tanta perseguição, eles estão de cabeça erguida, lutando sempre!!!
Assista a vídeorreportagem e se curtir, por favor, DIVULGUE!!! Essa luta é de todos nós, temos que usar a web como ferramenta de disseminação de nossas lutas!!!
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